O calígrafo se preocupa principalmente com o ritmo da linha. É através desse ritmo que a energia da linha é controlada. Enquanto o trabalho está sendo feito, o ritmo minuciosamente penetra os movimentos do corpo/braço/pincel. Torna-se uma base inconsciente interior que o permite escrever com liberdade. A caligrafia não é uma repetição mecânica ou viciada de pinceladas, mas um conjunto que é vivo e que responde aos impulsos criativos do calígrafo no momento.
Christine Flint Sato, no livro “Japanese Calligraphy: The art of line and space”